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Preocupação com inflação atinge 89% dos brasileiros, revela pesquisa da Febraban

O brasiliano iniciou o ano de 2025 mais preocupado com a inflação e com o aumento do dispêndio de vida. A percepção de que os preços estão subindo aumentou consideravelmente, passando de 74% em setembro de 2024 para 89% agora, o maior percentual registrado nos últimos dois anos.  Os dados são da pesquisa Radar Febraban, […]

Preocupação com inflação atinge 89% dos brasileiros, revela pesquisa da Febraban


O brasiliano iniciou o ano de 2025 mais preocupado com a inflação e com o aumento do dispêndio de vida. A percepção de que os preços estão subindo aumentou consideravelmente, passando de 74% em setembro de 2024 para 89% agora, o maior percentual registrado nos últimos dois anos. 

Os dados são da pesquisa Radar Febraban, realizada entre os dias 19 e 21 de março de 2025, com 2 milénio pessoas e em todas as cinco regiões do Brasil. O levantamento mostra que a opinião de que a inflação aumentou nos últimos seis meses é amplamente compartilhada, sendo igual ou superior a 85% em todos os estratos sociodemográficos e regiões do país.

Os alimentos e outros produtos de provimento doméstico continuam sendo apontados uma vez que os itens mais impactados pela inflação. A pesquisa aponta que 74% dos entrevistados citaram esses produtos uma vez que os que mais subiram de preço. Foi um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, realizado em setembro de 2024. 

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O preço dos combustíveis subiu para a segunda posição entre os itens mais afetados (31%), ultrapassando o setor de saúde e medicamentos, que agora ocupa o terceiro lugar (30%).

Vida pessoal e familiar seguro 

A preocupação do brasiliano com a economia não é à toa: o primeiro trimestre foi marcado pelo objecto. É o que constata o sociólogo e pesquisador político Antonio Lavareda, presidente do Parecer Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), responsável pela pesquisa.

“As notícias sobre aumento da inflação e da taxa de juros, revisão para reles das previsões de crescimento do PIB, e provável impacto das políticas comerciais dos Estados Unidos, sob o novo governo de Donald Trump, trouxeram incertezas para os brasileiros e impactam as expectativas em relação ao Brasil no decurso do ano”, diz.

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Mas se de um lado a percepção econômica foi incerta, a vida pessoal e familiar permaneceu praticamente seguro em verificação a setembro de 2024, com 72% dos entrevistados declarando-se “satisfeitos” ou “muito satisfeitos”.

A pesquisa também revelou que 80% dos brasileiros avaliam que sua vida pessoal e familiar no primeiro trimestre de 2025 ou melhorou (41%) ou permaneceu igual (39%). Esse resultado representa uma retomada aos patamares observados em abril de 2024 (melhorar: 41%; permanecer igual: 41%) e abril de 2023 (melhorar: 41%; permanecer igual: 38%), sinalizando uma tendência recorrente para esse período do ano.



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